Restituição ou Malha Fina? Confira o IR

Restituição ou Malha Fina? Confira o IR

Todo ano é sempre igual! A gente junta toda a documentação, reúne inúmeras informações, baixa programa, confere recibos, confere, confere e … realiza a declaração de Imposto de Renda!

Esse procedimento anual pode nos trazer dor de cabeça, mas também alguns benefícios como receber a restituição do imposto pago a mais no ano anterior.

Se você está entre os felizardos que irão receber a restituição agora, sorria!
A Receita programou mais um pagamento! O valor será restituído por meio de depósito direto na conta dos contribuintes. Só conferir!

Clique no link abaixo, preencha seus dados e verifique o status da sua declaração de IR.

Consulta Restituições IRPF

Caiu na malha fina? Não sabe como resolver?
Não se preocupe! Entre em contato conosco.
Podemos ajudar você a eliminar as pendências e voltar a ficar “em dia” e fazer as pazes com o leão!

Envie-nos sua dúvida!


MEI – Entenda os principais pontos

MEI – Entenda os principais pontos

Exercer uma atividade de maneira formal, ter CNPJ e emitir nota fiscal, atualmente é uma opção fácil de ser criada para qualquer profissional.

Mesmo que você não tenha uma empresa com sede física, atue sozinho e trabalhe nesta atividade apenas nas horas livres, você pode legalizar o seu trabalho.

Mas, como isso é possível?
Para facilitar o acesso de profissionais liberais e desburocratizar um pouco, o governo criou um tipo de empresa que é identificado como MEI –  Micro Empreendedor Individual.

Assim, quando você atua como freelancer, por exemplo, e precisa emitir nota fiscal, é possível abrir sua empresa dentro das regras do MEI.

Qualquer atividade pode cadastrada no MEI?
Não. Existem regras e as atividades que podem ser exercidas no MEI estão cadastradas no portal de adesão.
Caso você não encontre a sua atividade específica, procure por outra que seja mais próxima àquela que você exerce.

Mas tenha cuidado, não registre qualquer coisa só obter o CNPJ! Não é assim que funciona e existe fiscalização.
As ocupações previstas estão descritas na lista de atividades permitidas constante do Anexo XI da Resolução CGSN nº 140, de 22 de maio de 2018.
Por isso, antes de iniciar o processo de formalização, verifique se sua atividade consta na lista.

Clique para consultar atividades permitidas

Posso continuar trabalhando como CLT?
Sim! Você pode continuar trabalhando com vínculo empregatício e exercer a atividade de MEI nas suas horas vagas.
Porém, é importante ficar atento. Apesar do governo permitir que as duas modalidades sejam exercidas em conjunto, quando houver rescisão do contrato CLT não será possível receber auxílio desemprego, uma vez que subentende-se que você possui uma forma de manter sua remuneração.

Quer mais informações? Preencha o formulário abaixo e nos envie sua dúvidas!


 

Sua Empresa no eSocial

Sua Empresa no eSocial

Sua empresa já se preparou para atender ao eSocial? Todas as empresas são obrigadas a aderir ao sistema?

Não se preocupe! Esclarecemos tudo isso para você!

O eSocial é um novo sistema de registro, elaborado pelo Governo, para facilitar o registro e a administração de informações dos trabalhadores brasileiros.

Ele teve início em janeiro de 2018, porém com obrigatoriedade apenas para empresas que tiveram faturamento acima de 78 milhões no ano de 2016.

A partir de Julho de 2018 ele se torna obrigatório para todas as empresas, inclusive as que atuam em regime de MEI.

Quais vantagens do eSocial?

Por meio desse sistema as empresas passarão a comunicar diversas informações sobre seus trabalhadores em um único local.

Isso facilita a tratativa desses casos, pois unifica as informações, torna o processo menos moroso e burocrático.

Além disso, todos os dados poderão ser transmitidos online substituindo-se a necessidade de preenchimento e entrega de formulários e declarações separadamente.

O eSocial unifica e facilita processos, gera ganho de produtividade e minimiza erros nos cálculos que são comuns atualmente.
A operação se torna padronizada e garante maior segurança jurídica, pois as empresas atenderão corretamente à legislação.

Como funciona o novo sistema?
Todas as empresas, independente do faturamento, deverão enviar regularmente, através da internet, as informações para o sistema do eSocial.

Todos os dados dos funcionários, que já estão registrados na empresa, deverão ser enviados a partir de 1º de Julho de 2018, apenas por meio do eSocial.

Sistemas que serão substituídos pelo eSocial?
15 obrigações legais, deverão ser comunicadas a partir de agora exclusivamente através do eSocial.
São elas:

1 – GFIP – Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social
2 – CAGED – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados para controlar as admissões e demissões de empregados sob o regime da CLT
3 – RAIS – Relação Anual de Informações Sociais.
4 –  LRE – Livro de Registro de Empregados
5 – CAT – Comunicação de Acidente de Trabalho
6 –  CD – Comunicação de Dispensa
7 –  CTPS – Carteira de Trabalho e Previdência Social
8 –  PPP – Perfil Profissiográfico Previdenciário
9 –  DIRF – Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte
10 –  DCTF – Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais
11 –  QHT – Quadro de Horário de Trabalho
12 –  MANAD – Manual Normativo de Arquivos Digitais
13 – Folha de pagamento
14 – GRF – Guia de Recolhimento do FGTS
15 – GPS – Guia da Previdência Social

E se minha empresa não aderir?

É importante que a sua empresa utilize o esocial a partir da sua obrigatoriedade.
O risco de não aderir ao sistema vai além de não conseguir registrar a folha de pagamento às multas por atraso e sanções jurídicas.

Não corra esse risco!

Entre em contato para mais informações sobre o eSocial

 


Regularize dívidas tributárias com o PERT/SN

Regularize dívidas tributárias com o PERT/SN

Esse é um ótimo momento para regularizar as dívidas tributárias. Tem até um simulador de parcelamento disponível para facilitar ainda mais o cálculo do PERT/SN!

A sigla PERT/SN significa: Parcelamento Especial de Regularização Tributária das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte optantes pelo Simples Nacional.

A Receita Federal está permitindo parcelamento das dívidas a fim de que empresas optantes pelo Simples Nacional voltem a operar de forma regular e evitem a exclusão do regime tributário.

A iniciativa oferece o parcelamento das dívidas com descontos de até 90% sobre atrasos.

De acordo com a medida, os contribuintes com débitos apurados no Simples Nacional até novembro de 2017, estão aptos a participar deste projeto e poderão realizar o parcelamento em até 180 vezes.

Para aderir ao programa é necessário pagar 5% do valor da dívida logo no início e quitar o saldo restante (95%) em uma das seguintes maneiras:

– Parcela Única:
90% dos juros de mora;
70% das multas de mora, de ofício ou isoladas;
100% dos encargos legais.

No pagamento integral, além da redução de 90% dos juros de mora, 70% das multas de mora, de ofício ou isoladas também será reduzido 100% dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios.

– 145 Parcelas:
80% dos juros de mora;
50% das multas de mora, de ofício ou isoladas;
100% dos encargos legais

Com a opção de 145 parcelas, haverá redução de 80% dos juros de mora, 50% das multas de mora, de ofício ou isoladas também será reduzido 100% dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios.

– 175 Parcelas
50% dos juros de mora;
25% das multas de mora, de ofício ou isoladas;
100% dos encargos legais

Com a opção de 175 parcelas, haverá a redução de apenas 50% dos juros de mora, 25% das multas de mora, de ofício ou isoladas também será reduzido 100% dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios. A maior vantagem dessa opção é que você ganha mais tempo para realizar o pagamento.

O pagamento das cinco parcelas iniciais do PERT/SN deverá ser feito no mesmo mês de adesão e o valor será de cerca de 1% da dívida ativa, com correção da taxa SELIC.

Caso não efetue o pagamento desse valor inicial, que corresponde a 5% da dívida consolidada, o parcelamento será cancelado e o contribuinte volta a ficar débito.

É importante ressaltar também que, após a escolha da modalidade de pagamento – Parcela Única, 145 ou 175 Parcelas – não será possível modificação.

O valor da parcela mínima para o Microempreendedor Individual (MEI) será de R$ 50,00 (cinquenta reais) e de R$ 300,00 (trezentos reais) para as demais microempresas e empresas de pequeno porte.

Fique atento!
O prazo para aproveitar essa oportunidade é só até o dia 09 de Julho. Por isso, não perca tempo.

Sua empresa possui dívidas tributárias e precisa de ajuda de uma contabilidade para indicar qual das opções é mais recomendável para continuar operando e fazer os pagamentos sem correr riscos?

Está em dúvida sobre como realizar o parcelamento? Nós podemos ajudar você!

Preencha o formulário e solicite mais informações. Entraremos em contato com você!



E como citamos no início do artigo, o PERT/SN permite simular o seu parcelamento!

Clique no botão abaixo e veja como você pode renegociar suas dívidas tributárias.

 

A margem de lucro na vida da sua empresa

A margem de lucro na vida da sua empresa

Seguramente, antes de abrir sua empresa, você sonhou muito e fez planos para alcançar seus objetivos.

Neles, tudo parecia simples. Afinal, quando estamos apaixonados por nossa ideia, o resto do mundo que se encaixe!

Apesar dessa visão romântica, a verdade é que muitos empreendedores se esquecem de assuntos fundamentais. Acreditam que basta começar, e tudo vai dar certo.

E, às vezes dá mesmo! Acredite, a gente sempre torce por isso!

Entretanto, em cenários instáveis, é importante se preparar para as turbulências. É fundamental que você aprenda e administre uma infinidade de assuntos que fundamentais no dia a dia de um empresa.

E haja aprendizado! Se você começou sem muito planejamento, provavelmente já passou pelo famoso estágio “pagando para trabalhar”.

Com o tempo, isso vai tornando sua estrutura inviável. Portanto, aprender sobre o que é margem de lucros, vai impedir que você passe ou fique nesse estágio por muito tempo!

Então, o que é margem de lucro?
O que uma empresa precisa para crescer e se manter bem?
Muita coisa, não é? Mas, algumas são cruciais.

Margem de lucro está nesta lista! Ela é a porcentagem adicionada aos custos totais, de um produto ou serviço, formando o preço final da comercialização.

Logo, é ela que definirá a porcentagem de lucro que a empresa terá com suas vendas.

Essa margem precisa ser o suficiente para que a empresa consiga ter, pelo menos, um fluxo de caixa positivo.

Clique aqui e baixe a nossa planilha de fluxo de caixa.

Qual impacto de uma margem de lucro errada?
Esse quesito não admite erros. Um desequilíbrio nas contas vai fazer com que sua empresa opere no vermelho e, em um cenário crítico, chegue ao ponto de fechar as portas.

Como você já deve estar ciente a maior parte das empresas que estão nascendo hoje, não estarão aqui nos próximos dois anos.

É triste, mas é uma realidade muito presente e que afeta muita gente.

O que fazer para ter a margem de lucro correta?
Como já dissemos, você precisa conhecer os custos diretos e indiretos, por exemplo salários, impostos, matéria prima, etc que estão envolvidos na produção da sua empresa, seja ela prestadora de serviços ou venda de produtos.

A verdade é que você precisa ser metódico mesmo e calcular cada coisinha, inclusive as horas de dedicação que você têm para produzir e estabelecer o valor dessas horas.

Esse é o custo do produto/serviço.
A margem de lucro deve ser adicionada a esse valor para formar o custo final.

Se você não sabe quanto ou qual porcentagem deve aplicar aos seus produtos ou serviços, uma boa dica é avaliar o que seus concorrentes estão fazendo.

Você precisa praticar o mesmo que eles?
Não, de modo algum, mas leve em consideração que para ter um valor mais alto é preciso apresentar diferenciais.

Se você está começando agora, o ideal é não ter um produto com valor mais alto sem antes ter criado sua estratégia de diferenciação.

Está em dúvida sobre como calcular a margem de lucro certa para sua empresa?

Fale Conosco!


Refis – Um alívio de até 175 meses no sufoco das PMEs com dívidas tributárias

Refis – Um alívio de até 175 meses no sufoco das PMEs com dívidas tributárias

Enfim uma boa notícia para os pequenos e microempresários chegou neste mês de abril.

Quem possui dívidas com a união terá mais prazo e poderá fazer o parcelamento para quitá-las de maneira mais fácil.

O empresário brasileiro já sofre inúmeras dificuldades tendo pela frente dezenas de taxas e impostos a pagar para que possa manter sua operação.

E quando o quadro econômico dá sinais de retração, é fácil vê-los sofrendo para continuar com as portas abertas.

O atual presidente – Michel Temer – havia vetado o programa de refinanciamento de dívidas por considerar que havia limitações orçamentárias para mantê-lo.

Entretanto, neste mês de abril/2018 o veto foi derrubado no Senado com um placar de 53 votos a zero. Maioria absoluta de apoio à medida.

Não é para menos, essa decisão beneficiará, de acordo com dados do Sebrae, cerca de 600 mil empresas que estão no regime de tributação conhecido como Simples Nacional e, que se somadas, devem cerca de 21 bilhões em impostos.

Por causa dessas dívidas, as empresas que foram notificadas e não conseguiram eliminá-las, seriam excluídas do Simples Nacional.

E isso que torna essa medida uma decisão de alta relevância para o país.

Para quem não conhece, o Simples Nacional é um sistema de tributação simplificada para ajudar as pequenas empresas a lidarem com menos burocracia e taxas ao unificar vários impostos.

Sendo assim, ser excluído do regime de tributação do Simples Nacional poderia significar o fim de muitas empresas.

Aderir ao Refis significa a redução de juros e multa por não pagamento de imposto e um prazo maior para quitação dos débitos.

Quem pode parcelar no Refis?

Todas as PMEs que estão no regime Simples Nacional e possuem impostos vencidos até novembro de 2017.

Para participar do programa, será necessário dar uma entrada de 5% do total da dívida para a Receita Federal.

Essa quantia pode ser dividida em até 5 parcelas, com acréscimo de 1% da taxa Selic.

De acordo com as condições de pagamento, a redução da dívida pode ser maior.

Confira abaixo as opções de pagamento:

– Pagamento Integral: Redução de 90% nos juros e 70% das multas

– Pagamento em 145 meses: Redução de 80% nos juros e 50% das multas

– Pagamento em 175 meses: Redução de 50% nos juros e 50% das multas.

Em qualquer um dos casos, o valor de cada parcela não poderá ser inferior a R$ 300,00.

Outra informação importante é que quem está em outros tipos de refinanciamento poderá migrar para a refis e os regime MEI também poderá aderir ao programa.

Sua empresa tem dívidas com a união?
Quer saber mais sobre o refis e como parcelá-las?

Entre em contato com a MCA Contabilidade, já estamos ajudando a diversos dos nossos clientes a renegociar suas dívidas aproveitando o refis.

Venha nos fazer uma visita! Estamos no bairro Buritis em BH.
Entre em contato para mais informações e agende um horário conosco. É sem compromisso!

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