Refis – Um alívio de até 175 meses no sufoco das PMEs com dívidas tributárias

Refis – Um alívio de até 175 meses no sufoco das PMEs com dívidas tributárias

Enfim uma boa notícia para os pequenos e microempresários chegou neste mês de abril.

Quem possui dívidas com a união terá mais prazo e poderá fazer o parcelamento para quitá-las de maneira mais fácil.

O empresário brasileiro já sofre inúmeras dificuldades tendo pela frente dezenas de taxas e impostos a pagar para que possa manter sua operação.

E quando o quadro econômico dá sinais de retração, é fácil vê-los sofrendo para continuar com as portas abertas.

O atual presidente – Michel Temer – havia vetado o programa de refinanciamento de dívidas por considerar que havia limitações orçamentárias para mantê-lo.

Entretanto, neste mês de abril/2018 o veto foi derrubado no Senado com um placar de 53 votos a zero. Maioria absoluta de apoio à medida.

Não é para menos, essa decisão beneficiará, de acordo com dados do Sebrae, cerca de 600 mil empresas que estão no regime de tributação conhecido como Simples Nacional e, que se somadas, devem cerca de 21 bilhões em impostos.

Por causa dessas dívidas, as empresas que foram notificadas e não conseguiram eliminá-las, seriam excluídas do Simples Nacional.

E isso que torna essa medida uma decisão de alta relevância para o país.

Para quem não conhece, o Simples Nacional é um sistema de tributação simplificada para ajudar as pequenas empresas a lidarem com menos burocracia e taxas ao unificar vários impostos.

Sendo assim, ser excluído do regime de tributação do Simples Nacional poderia significar o fim de muitas empresas.

Aderir ao Refis significa a redução de juros e multa por não pagamento de imposto e um prazo maior para quitação dos débitos.

Quem pode parcelar no Refis?

Todas as PMEs que estão no regime Simples Nacional e possuem impostos vencidos até novembro de 2017.

Para participar do programa, será necessário dar uma entrada de 5% do total da dívida para a Receita Federal.

Essa quantia pode ser dividida em até 5 parcelas, com acréscimo de 1% da taxa Selic.

De acordo com as condições de pagamento, a redução da dívida pode ser maior.

Confira abaixo as opções de pagamento:

– Pagamento Integral: Redução de 90% nos juros e 70% das multas

– Pagamento em 145 meses: Redução de 80% nos juros e 50% das multas

– Pagamento em 175 meses: Redução de 50% nos juros e 50% das multas.

Em qualquer um dos casos, o valor de cada parcela não poderá ser inferior a R$ 300,00.

Outra informação importante é que quem está em outros tipos de refinanciamento poderá migrar para a refis e os regime MEI também poderá aderir ao programa.

Sua empresa tem dívidas com a união?
Quer saber mais sobre o refis e como parcelá-las?

Entre em contato com a MCA Contabilidade, já estamos ajudando a diversos dos nossos clientes a renegociar suas dívidas aproveitando o refis.

Venha nos fazer uma visita! Estamos no bairro Buritis em BH.
Entre em contato para mais informações e agende um horário conosco. É sem compromisso!

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Simples Nacional –  Conheça as mudanças

Simples Nacional – Conheça as mudanças

Novo Simples Nacional – Conheça as mudanças

Algumas mudanças foram implementadas no início de 2018. Você já sabe qual impacto delas para a sua empresa?

O Simples Nacional é um regime de tributação criado para facilitar a vida dos empreendedores. Com ele, o empresário pode unificar vários tributos e pagar uma taxa única.

Neste ano, o regime sofreu modificações em janeiro. Porém, algumas pessoas ainda possuem dúvidas sobre o assunto.

Aqui na MCA Contabilidade já estudamos o tema e já estamos realizando o processo correto para nossos clientes. E para ajudar você a ter mais esclarecimentos sobre o tema, iremos responder neste artigo às principais dúvidas.

Simples Nacional – O que é?

Antes de tudo é importante entender sobre o que estamos falando. O Simples Nacional é um regime de arrecadação, previsto na Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006 e abrange todos os estados da federação.

Esse regime permite que todos os tributos – municipais, federais e estaduais – sejam recolhidos em uma guia única, facilitando a vida do empreendedor.

Trata-se de um regime tributário diferenciado que contempla empresas com receita bruta anual de até R$ 3,6 milhões. Em 2018 esse limite passou para R$ 4,8 milhões.

Para que uma empresa esteja nos parâmetros do Simples Nacional é necessário que:

– Seja definida como microempresa ou de empresa de pequeno porte;
– Cumpra requisitos previstos na legislação; e
– Formalize a opção pelo Simples Nacional.

E para optar pelo Simples Nacional, as microempresas e empresas de pequeno porte devem estar isentas de débitos da Dívida Ativa da União ou do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Quais impostos são unificados no Simples Nacional?

IRPJ – Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica;
IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados ;
CSLL – Contribuição Social sobre o Lucro Líquido;
Cofins – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social;
PIS/Pasep – Programa de Integração Social e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público
CPP – Contribuição Patronal Previdenciária;
ICMS – Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação;
ISS – Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza.

E as mudanças, cadê?
Calma! A gente vai falar agora!
São muitas mudanças, por isso, é importante deixar destacar as informações acima.

Como qualquer mudança, é comum termos dúvidas no início, afinal já estávamos habituados com o processo anterior.

Por isso, é importante ficar atento, pois as alterações possuem impacto significado.

Confira abaixo as principais:

– Faturamento:

Agora há novos limites de faturamento. Ela passa de R$ 3,6 para R$ 4,8 milhões por ano.
Importante! Ao atingir o teto de R$ 3.6 milhões haverá algumas obrigações acessórias.
Caso tenha dúvidas com relação a isso, entre em contato conosco.

– Alíquotas e anexos
Algumas alíquotas de impostos sofrerão mudanças bem importantes.

Com exceção das alíquotas do anexo I (comércio) e II (indústria) e Serviços III e IV que permanecerão as mesmas, todas as atividades do Simples Nacional terão alíquota progressiva quando o faturamento ultrapassar nos últimos 12 meses, R$ 180 mil reais.

Com relação ao anexo VI, este será eliminado, e as atividades passam para o novo anexo V. Entretanto algumas destas atividades passarão a fazer parte do anexo III.
Atenção ao seu tipo de negócio.

– Fator R
Em atividades que até 2017 eram determinadas pelos anexos IV e V o fator R definirá o novo anexo desta atividade.

Nesse caso, se a folha de pagamento for maior ou igual a 28% do faturamento, a tribuação será de acordo com anexo III.

Porém, se a porcentagem for inferior a 28% a empresa se enquadrará no anexo V.

– Atividades
Com as mudanças no novo Simples Nacional as micro e pequenas produtoras e atacadistas de bebidas alcoólicas (cervejarias, vinícolas, licores e destilarias) poderão fazer parte do regime.

– Fiscalização

Haverá integração e troca de informações entre a Receita Federal, Receita Estadual e Municípios.
Isso facilitará o processo de fiscalização.

– MEI
Para o MEI muda o teto de faturamento que passa a ser R$ 81 mil e a inclusão de micro empreendedor rural.

Existem outras mudanças que valem a pena ficar de olho, tais como: Fator Redutor de Receita, Investidor Anjo, Exportações, Licitações, Bancos Públicos, INSS e FGTS.

Fique atento também às ressalvas, pois alguns casos podem receber tratamento diferenciado. Consulte o segmento específico da sua empresa para avaliar se ela se enquadra em todas essas premissas ou se terá algum diferencial.

E caso esteja ainda com dúvidas, envie um email que iremos te ajudar a esclarecê-las

Para falar com a gente é só utilizar os contatos abaixo!
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Horizonte.

Reforma Trabalhista – O que muda para você de DP?

Reforma Trabalhista – O que muda para você de DP?

Em novembro de 2017 entraram em vigor algumas mudanças importantes na legislação trabalhista com a Lei 13.467/2017.

Muitos brasileiros ainda tem dúvidas sobre como ela funciona e quais são as principais alterações.
Embora exista ainda certo receito por parte das pessoas, fica claro que a reforma trouxe muitos benefícios ao trabalhador.

Além disso, ela também possui impacto direto no setor de Departamento Pessoal.

E o motivo?

As novas regras modificam a legislação atual. Mais de 100 pontos da CLT foram alterados.
Além disso, duas modalidades de contratação foram incluídas:
– Trabalho Intermitente (por jornada ou hora de trabalho) e;
– Teletrabalho (Home Office/ À distância).

A mudanças se aplicam a qualquer categoria regida pela CLT e também a categorias específicas, tais como:
– Domésticas
– Advogadas
– Artistas
– Médicos

Entretanto, não afetam trabalhadores autônomos e aqueles não vinculados à CLT.

Alguns setores tendem a sofrer mais impactos – como as startups e de tecnologia – que costumam adotar sistemas de home office e aquelas que possuem trabalho intermitente, como o caso de empresas de eventos.

Outro ponto importante é o fato de convenções coletivas e acordos que agora poderão prevalecer sobre a legislação. Assim, os sindicatos e empresas podem negociar diretamente as suas regras, desde que sejam garantidos os direitos mínimos previstos na Constituição, tais como salário mínimo, FGTS, férias e 13º.

Um destaque que tem sido observado desde a adoção até o momento é a queda de até 50% nas reclamações trabalhistas se comparado ao mesmo período dos dois últimos anos.

Com a reforma, a parte derrotada fica obrigada a arcar com as custas processuais, as perícias e os honorários dos advogados da parte vencedora.

Na prática, isso leva à diminuição da litigância irresponsável, centrada em reclamações sem fundamentos, entre outros fatores.

Por isso, é importante estar atualizado para evitar cometer erros que resultem em perdas para sua empresa, como multas e ações trabalhistas.

Entre os pontos da nova Constituição, destacamos os seguintes:

Jornada diária:
Poderá ser acordada entre patrão e empregado, sem necessidade de sindicato, desde que se respeite o limite de 10 horas diárias. A compensação deverá acontecer no mesmo mês.

Parcelamento de férias:
Será permitido a divisão de férias em até 3 períodos, desde que o empregado esteja de acordo. Entretando, um destes períodos não poderá ser menor que 14 dias. Os demais períodos devem ter mais de 5 dias, obrigatoriamente.

Intervalo para o almoço:
Poderão ser feitos intervalos menores que uma hora, desde que negociados com o sindicato.

Jornada parcial e temporária:
Serão aceitas até 30 horas semanais – sem realização de horas extras. Anteriormente eram apenas 25.
Também é possível optar por 26 horas semanais, com até 6 horas extras.
Nesse contrato, o trabalhador terá direito a férias.

Terceirização:
A regulamentação da terceiração foi aprovada em 2017 e permite que valha para qualquer função da empresa.
Porém, o texto proibe que uma pessoa contratada como CLT seja demitida e recontratada como PJ ou terceirizada em um período inferior a 18 meses.

Fim do imposto sindical obrigatório:
A obrigatoriedade do pagamento do imposto sindical, que equivale a um dia de trabalho do funcionário, foi eliminada.
O recolhimento passou a ser voluntário tanto para o empregador quanto para o funcionário.

Demissão em acordo:
Agora será possível um novo modelo de demissão, a de comum acordo.
Isso significa que patrão e empregador estão em concordância com relação ao processo demissional.
Neste caso, o aviso prévio fica restrito a 15 dias e o trabalhador terá acesso a 80% do valor depositada no FGTS e multa que é de 40% cai para a metade.
Porém, o trabalhador perde o direito ao seguro-desemprego

Cada uma dessas mudanças e as diversas outras que não foram tratadas neste artigo requerem que o seu setor de Departamento Pessoal tenha clareza e conhecimento de como elas podem impactar as sua empresa.

Isso é importante para evitar erros que irão gerar prejuízos e transtornos tanto na aplicação para os colaboradores quanto se houver questionamentos trabalhistas.

É importante se manter atualizado e acompanhar todas as mudanças, pois há casos que estão sendo tratados de maneira especial.

Se você ainda tem dúvidas sobre o assunto, entre em contato conosco!
Aproveite para conhecer os serviços que prestamos para o setor de Departamento Pessoal.

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Por que você precisa de um Contador?

Por que você precisa de um Contador?

Contabilizar é uma arte tão antiga quanto o início do comércio. No Egito foram encontrados registros contábeis feitos em papiro.

Temos certeza de que todos nós, em algum momento, necessitou da prestação de serviços de um contabilista, como pessoa física ou jurídica.

E, a menos que você seja um profissional da área contábil, provavelmente precisará de um, para realizar atividades que são inerentes do setor.

Assim como na área jurídica, há alguns conhecimentos técnicos da área que são muito específicos e que somente um especialista na área contábil possui o domínio necessário para realizar com mais segurança.

Não que os contadores apreciem a burocracia, dificuldades e regras desconhecidas pela maioria das pessoas.

Entretanto a carga de informações que é necessário gerenciar em legislações, regras, documentações, tributações, entre outras, são tantas que impedem a maioria das pessoas de acompanhá-las da mesma maneira que um profissional da área se vê obrigado a fazer.

Porém, mesmo sendo desconhecidas e complexas para a maioria de nós, nos deparamos com as exigências em cumprir as obrigações legais. É nesse momento que um Contador bem preparado faz a diferença e traz segurança e credibilidade para suas atividades.

Breve História da Profissão.
A necessidade do homem de realizar registros do comércio é que originou a contabilidade. Ela surgiu como uma maneira de controlar bens e patrimônio de maneira quantitativa a fim de se obter controle e avaliar crescimento.

Embora tenha surgido muito antes, foi no período medieval que a contabilidade evolui com mais intensidade.

Com o avanço do capitalismo, aumento de administrações públicas e privadas e acúmulo de de capital, o crescimento deste setor se deu de forma natural.

Atualidade.
De apenas um mero ‘registrador’ o profissional de contabilidade passou a ter muito mais funções na atualidade.

A imagem de um profissional da contabilidade que apenas registrava escriturações contábeis não existe mais. O mercado atual possui uma demanda que não permite mais esse comportamento.

O contador atual não se preocupa apenas em atender às obrigações legais, mas deseja ser visto como um parceiro de negócios.

Por isso, o profissional se tornou responsável por lidar com toda a área financeira, econômica, patrimonial, entre outras, de pessoas físicas e jurídicas.

Desta maneira, entre suas atividades, estão:
– Legalizar empresas;
– Elaborar contrato social;
– Registro de atos/fatos contábeis;
– Planejamento Tributário
– Pró labore;
– Planejamento de investimentos;
– Controle de ativos;
– Gerenciamento de custos;
– Fluxo de Caixa;
– Administração de Departamento Pessoal;
– Preparação de obrigações Acessórias;
– Elaboração de demonstrações Contábeis;
– Consultoria e Informações Gerenciais;
– Auditoria Interna e Externa;
Imposto de Renda;
– Perícias e muito mais.

Clique aqui para baixar um informativo com todos os serviços prestados pela MCA Contabilidade.

Percebeu como o trabalho de um contador vai muito além da abertura da empresa? Por isso, ele não deve ser lembrado apenas neste momento.

Um contador pode exercer papel fundamental ao contribuir com as decisões a serem tomadas, pois baseia-se em dados analíticos, como mercado financeiro, fluxo de caixa e de crédito, novos projetos que envolvam investimentos, lucros, entre outros.

Podemos fazer muito mais para o sucesso dos seus negócios.

Entre em contato e saiba mais!

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Imposto de Renda 2018: Tudo o que você precisa saber

Imposto de Renda 2018: Tudo o que você precisa saber

A declaração de imposto de renda costuma dar um pouco de dor de cabeça, mas nem todas as pessoas precisam cumprir essa obrigação. Está em dúvida se este é o seu caso?

Pouco tempo agora? Clique nos links abaixo e já vá direto ao assunto!

– Sou obrigado a declarar Imposto de Renda?
– Quais mudanças no IR em 2018?
– E se eu errar a Declaração de IRPF?
– Quais documentos mais solicitados na declaração?
– É melhor fazer a declaração completa ou simplificada?
– Quais despesas eu posso deduzir no IR 2018?
– Devo declarar Atividade Rural?
– Devo declarar Bitcoins?
– Como saber se terei restituição do imposto?

É natural não ter certeza sobre a declaração de imposto de renda. Afinal, normalmente não estamos tão habituados a acompanhar as regras e as burocracias que a envolvem.

E vamos combinar, se você não trabalha dia a dia com isso, não só é uma perda de tempo, como também é um pouco chato ficar lendo cada detalhe que a Receita Federal resolve mudar.

Mas, para sua alegria, nós vivemos isso aqui na MCA Contabilidade todos os dias! E gostamos muito do assunto!

Por isso, iremos te ajudar a esclarecer algumas dúvidas sobre a declaração de  Imposto de Renda 2018, começando pela dúvida mais comum:

Sou obrigado a declarar imposto de renda?

Nem todas as pessoas terão que declarar imposto de renda obrigatoriamente. Mas, se você está em dúvida se deve ou não fazer a declaração, procure ajuda de pessoas mais experientes.

Basicamente, você deverá declarar imposto de renda se:

– Recebeu rendimentos tributáveis em 2017, em valores superiores a R$ 28.559,70.

– Se exerce atividade rural e teve receita bruta acima R$ 142.798,50.

– Obteve ganho de capital na alienação de bens ou direitos, realizou operação na bolsa, recebeu renda isenta, não tributável ou tributada na fonte, cuja soma tenha sido maior que R$ 40 mil em 2017.

– Obteve propriedade ou posse de bens ou direitos, inclusive terra nua, acima de R$ 300 mil.

– Quem se tornou residente no Brasil em qualquer mês e permaneceu até 31 de dezembro de 2017.

Estou isento. Não preciso declarar?

Se você está isento da declaração, ainda assim recomendamos que você entregue seu IRPF.

Ainda que você não tenha recebido o valor acima, e esteja isento da obrigação, pode ser que valha a pena entregá-la.

O motivo? É possível que você tenha valores a receber de restituição e, mesmo que o valor seja baixo, vale a pena resgatá-lo.


Quais mudanças no IR 2018?

Sim! Todo ano ocorre uma mudança ou outra. Este ano não poderia ser diferente e você precisa estar atento!

Vale a pena saber quais são elas, inclusive para se organizar com relação à documentação e informações que deverão ser apresentadas.

Confira abaixo o que muda em 2018.

Guarda Compartilhada:
Os pais que possuem guarda compartilhada terão que decidir quem poderá incluir o filho como dependente.

O filho não poderá aparecer como dependente nas duas declarações.

Despesas Médicas:
Comprovantes sem endereço do médico, hospital ou clínica ou laboratório poderão ser aceitos, desde que seja possível acessar as informações diretamente da base de dados da receita federal.

Remessas ao Exterior:
Para casos de envio de dinheiro para outros países com fins educacionais, culturais, científicos ou tratamento médico, não haverá retensão de imposto.

Informações Complementares:
Em 2018 houve a inclusão de campos para informações complementares sobre bens, entretanto, estes só serão obrigatórios a partir do próximo ano.

Neste caso, para cada tipo de bem, será incluído um campo.
Exemplos:
– Imóveis. Será solicitada a data de aquisição, área do imóvel, registro em cartório, entre outros.

– Veículos. Será solicitado o Registro Nacional de Veículos – RENAVAM.

CNPJ:
Quem possui conta corrente e aplicações financeiras deverá informar CNPJ da instituição.

DARF:
Passa a ser possível a impressão da DARF para pagamento de imposto, inclusive em atraso.

Outra novidade deste ano é a informação sobre a alíquota efetiva utilizada no cálculo de apuração do imposto. Será informada a alíquota efetiva sobre os rendimentos menos as deduções.

E se eu errar a declaração de IR?

Errar é humano, não é? Costuma ser nossa frase preferida em momentos de aperto.

Porém, isso não funciona muito bem com a Receita Federal. Para evitar problemas é preciso entregar uma declaração “redondinha”.

Então, não pode errar de jeito nenhum? Bem… poder, até pode.
Mas, o melhor é evitar e, se acontecer, corrigir rapidamente!

Os problemas ocasionados pelo erro ou pela não entrega da declaração vão desde multa ao impedimento de realizar transações bancárias.

Multa. O valor mínimo é de R$ 165,74 e o máximo é de 20% do imposto devido e a multa por atraso é de 1% ao mês.

Além disso, quem não declara IRPF fica com o CPF pendente de regularização e é impedido de pedir financiamento bancário, participar de concurso público, emitir passaporte, entre outros.

Já casos de erros, mentiras ou omissões na declaração de imposto de renda podem custar caro.

Esses “pequenos deslizes” podem ser cometidos ao se desejar uma restituição maior ou o pagamento menor de impostos.

Mas, acredite, não vale a pena.

Você pode cair na malha fina e ter todo o seu histórico revisado, além da possibilidade de até responder criminalmente.

Vamos combinar que não é um bom negócio!

Logo que a declaração é transmitida, o Fisco já começa a processar os dados, cruza informações e checa as fontes para confirmar a veracidade do que foi enviado.

Não confirmando, a Receita notifica o contribuinte para que este faça a correção. Ou seja, ainda dá uma colher de chá!

Desta forma, é possível realizar a correção por meio da declaração retificadora.

Porém, o grande entrave para fazer isso corretamente pode ser a falta de conhecimento sobre o funcionamento da Receita Federal e sobre como fazer a declaração.

Mesmo que tenha agido de boa fé e tenha intenção em corrigir, o desconhecimento pode induzir ao erro e consequentemente à punição.

Por isso, se você tem dúvidas, contar com um especialista para ajudá-lo é fundamental nesse momento.

Documentos Necessários para Realizar a Declaração

Você já está com tudo separado? Ainda não?
O tempo passa rápido, não espere muito!
É tanta coisa no nosso dia a dia que fica fácil perder prazos por conta de esquecimento e falta de tempo.
Se programar e organizar tudo é fundamental.

Há perdas que não nos prejudicam em nada.
Mas, no caso de imposto de Renda, perder o prazo pode doer no bolso.

Conheça alguns dos documentos que podem se exigidos para entrega correta da declaração de imposto de renda 2018:

– Título de Eleitor (caso seja a 1ª declaração);
– Cópia da declaração de 2017;
– CPF de dependentes acima de 08 anos;
– Documento de compra e venda de veículos;
– CPF de ex-cônjuge caso pague pensão alimentícia;
– Informe de rendimentos do empregador;
– Informe de rendimentos de bancos;
– Informe de rendimentos de corretoras;
– Comprovante de rendimentos de aluguel;
– Comprovantes de despesas médicas e odontológicas;
– Comprovantes de despesas com educação;
– Carnês ou comprovantes online de contribuição INSS de empregados domésticos;
– Comprovantes de resultados de processos judiciais (ganho ou perda);
– Comprovantes de doações incentivadas;
– Comprovantes de compra ou venda de imóveis;
– comprovantes oficiais de pagamento a candidato político, etc.

Como você pode observar são inúmeros documentos.
Porém, isso varia de acordo com o perfil de cada contribuinte na Receita Federal.

Pode ser que você não precise apresentar todos esses, ou ao contrário, precise apresentar outro documento não descrito na lista acima. Por isso, é importante conhecer bem as exigência da Receita para evitar erros.

Qual tipo de declaração devo fazer: Completa ou Simplificada?

Talvez você já saiba disso. A Receita Federal aceita dois modelos de declaração: Simplificado e Completo.

O que pode ainda ser uma dúvida para você é qual modelo é o ideal, qual você deveria adotar, qual seria o correto no seu caso.

Geralmente essa escolha se dá pelo número de despesas que você vai abater no imposto de renda 2018.

Caso possua dependentes, tenha plano de saúde, plano de previdência privada, pague escola particular, tenha imóveis e outros bens, as chances de optar pelo modelo completo são bem maiores.

Porém, se não for esse o seu caso, é provável que basta que você entregue a declaração simplificada.

Em ambos os casos, é importante que o contribuinte tenha todos os recibos e comprovantes de despesas para o caso da Receita questionar algum valor informado.

Veja as diferenças de cada modelo

Modelo Simplificado:

Este modelo é a opção mais adequada para quem tem pocuas despesas para deduzir.

O abatimento padrão é de 20% sobre a soma de todos os rendimentos tributáveis.

Modelo Completo

Já o modelo completo é recomendado para quem tem muitas despesas para deduzir.

Aqui, será necessário informar todas as despesas e redimentos de 2017, além de guardar todos os comprovantes.

Seja qual for o modelo escolhido, é importante informar todas as fontes de renda, bens, aplicações financeiras, rendas com aluguéis, entre outros.

Quais despesas eu posso deduzir do meu IR 2018?

Está aí um assunto que interessa a muita gente!
O motivo é que as deduções tem impacto significativo no montante que será pago de imposto ou na restituição do IR.

Porém, há outro fator que pesa também. Não fazer o preenchimento correto das despesas dedutíveis pode ser um fator que poder levar à malha fina.

Por isso, todo cuidado é pouco. É recomendável nunca mentir, alterar ou manipular dados, pois há o risco de punição pela Receita Federal.

Veja abaixo algumas das despezas passíveis de dedução no IR 2018

– Saúde
– Educação
– Dependentes
– Pensão Alimentícia
– Previdência
– Previdência Privada
– Aparelhos ortopédicos


Devo declarar Atividade Rural?

O contribuinte que em 2017 obteve receita bruta anual superior a R$ 142.798,50 decorrente de atividade rural está obrigado a realizar a declaração de Imposto de Renda 2018.

O resultado da atividade rural quando considerada positiva, faz parte e integra a base de cálculo de imposto de renda e deve constar da escrituração do Livro Caixa.

Além desses dos valores decorrentes desta atividade, o contribuinte também dever declarar, caso tenha, rendimentos relacionados a outras atividades tais como: aluguéis, aposentadoria, ganhos de capital, entre outros.

Os rendimentos podem ser tributados com base nas receitas e despesas da atividade ou pelo limite de 20% sobre a receita bruta total.

Devo declarar Bitcoins?

As criptomoedas não são novidade para a Receita Federal, porém, somente agora estão ganhando mais adeptos.
E, mesmo que ainda não estejam devidamente regulamentadas, caso você esteja obrigado a fazer a declaração, elas devem ser informadas na IR 2018.

Logo, este é mais um caso positivo!
Se você possui investimentos em bitcoins deverá declará-los à Receita Federal.

Caso seja considerado um bem de pequeno valor – até R$ 35 mil reais – não será necessário pagar imposto de ganho capital. Entretanto, se o valor for superior, o imposto deverá ser pago, conforme tabela específica.

Para declarar criptomoedas o contribuinte deverá usar o quadro “Bens e Direitos”, código 99 e informar data da compra, quantidade, cotação unitária em moeda nacional, entre outros dados.

Até quem não é obrigado da declarar IR pode ter imposto a ser restituído?

Tem direito a receber restituição quem pagou Imposto de Renda a mais durante o ano. Ele pode ser desconto direto na folha de pagamento, por exemplo.

Portanto, a resposta é SIM!

Você pode ter imposto a ser restituído e, por isso, vale a pena realizar a declaração de IRPF2018 ainda que não seja obrigatório para você.

Outro exemplo de quem recebe restituição é o de quem tem muitas deduções, como dependentes, gastos com médico, dentistas, mensalidade escolar, entre outros.

Enquanto você receber o valor é corrigido pela taxa Selic.

Mas seja rápido! A Receita Federal programa sete lotes de restituição, de junho a dezembro.

A prioridade de recebimento é para os idosos e pessoas com deficiência graves.

Porém, quanto mais cedo você entregar a declaração que deve ser feita entre os dias 01/03 a 30/04/18 aumenta suas chances de receber logo nos primeiros lotes.

A consulta de liberação da restituição pode ser feita no site da Receita Federal ou através do telefone 146.

A Receita Federal pode fazer o depósito direto na conta corrente do contribuinte. Basta informar no momento em que a declaração estiver sendo preenchida.

Importante!
Se ocorrer algum erro na declaração e você cair na malha fina, só poderá receber a restituição após regularizar todas as pendências com a Receita Federal.
E o prazo para que isso aconteça é de até 05 anos.
Melhor não arriscar errar, não é mesmo?

Tem outra dúvida sobre declaração de imposto de renda?
Gostaria de esclarecê-la?

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Imposto de Renda é com a MCA Contabilidade BH!

 

Declaração de Imposto de Renda: Uma obrigação Anual

Declaração de Imposto de Renda: Uma obrigação Anual

Entra ano sai ano e uma coisa não muda, as obrigações com a Receita Federal continuam sendo um capítulo importante na vida de milhões de brasileiros.

Em 2018 não será diferente. A Receita Federal já está à espera de que cerca de 28,8 milhões de brasileiros enviem suas declarações de rendimentos ao fisco.

Mas, você sabe como surgiu tudo isso?
A história é longa. Sempre houve cobranças do governo à população com a implantação de taxas sobre lucros dos empregadores e sobre o rendimentos do trabalhadores.

Imposto de Renda 2018: Tudo que você precisa saber

Há documentos com referências a eles no ano 4000 a.C.
Naquele tempo, os povos tinham que pagar taxas ainda maiores.

Por exemplo, foi a taxação sobre os rendimentos dos cidadãos que permitiu ao Império Romano crescer tanto e conquistar vários povos. Estes, uma vez eram conquistados, aumentavam a arrecadação, pois deveriam contribuir também.

Porém, o conceito de imposto de renda como usamos hoje é algo mais moderno e surgiu tempos mais tarde.

Para que ele exista, pressupõe-se que haja uma economia com base monetária e que seja realizada a contabilidade de receitas, lucros e despesas de maneira correta.

Com a Revolução Industrial, no século 18, houve um aumento na complexidade das arrecadações.
Desde então, países buscam formas de atender às demandas da população e para tentar equilibrar as contas, elevam gastos públicos como forma de oferecer benefícios como aposentadoria e assistência médica gratuita.

No Brasil. A primeira tentativa de criação do imposto ocorreu em 1843, mas foi inviável na época devido a falta de contribuintes.

O modelo atual foi implantado em 1922 com o objetivo de financiamento da saúde, educação e desenvolvimento urbano.

Inicialmente, o Ministério da Fazenda ficou responsável pelo processamento e pela fiscalização. Porém, com o aumento de contribuintes, alguns anos depois, foi criada a Secretaria da Receita Federal que passou a ser responsável pela missão de controlar as entregas de Imposto de Renda dos cidadãos.

E esse é apenas um pedacinho da longa história dos impostos!

E, é por isso, que agora você precisa fazer a sua declaração de imposto de renda anualmente!

O fato é que toda pessoa física que estiver de acordo como o perfil estipulado pela Receita Federal deverá realizar a declaração anual de imposto de renda sob o risco de ser multada caso não o faça.

Veja alguns dados de quem é obrigado a declarar:

– Obteve R$ 28.559,70 de renda tributável no ano (salário, aposentadoria, aluguéis, etc.); ou – Mais de R$ 40 mil isentos, não tributados na fonte no ano (como indenização trabalhista ou rendimento de poupança).
– Teve ganho a venda de bens (imóveis, carro, etc.).
– Comprou ou vendeu ações na bolsa.
– Recebeu mais de R$ 142.798,50 em atividade rural.

Há outros fatores que tornam a declaração obrigatória. Entre em contato conosco ou leia outros artigos no blog para saber mais.

O risco de não fazer a declaração é bem alto e não vale a pena “pagar para ver”, pois não estar em dia com as obrigações legais, inclusive a declaração IRPF traz uma série de consequências negativas.

Quem atrasar, por exemplo, pagará multa de 1% sobre o imposto devido ao mês.
O valor mínimo é de R$ 165,74 e o máximo é de 20% do imposto devido.

Ou seja, não é um valor irrisório. E o custo para você contratar alguém para fazer isso por você pode ser mais baixo que correr esse risco.

Sem contar que, ao ter um contador trabalhando por você, não será necessário se preocupar se está tudo correto, pois será realizado por quem tem experiência.

Apesar de chato, complicado e burocrático é importante cumprir corretamente o cronograma. E lembre-se, acontece apenas uma vez ao ano!

Caso não tenha domínio sobre como realizar a declaração de imposto de renda, ou mesmo não tenha tempo para isso, a MCA Contabilidade BH pode ajudar você a cumprir essa obrigação!

Somos especialistas em declaração de IRPF.

Entre em contato conosco e saiba como entregar a sua IRPF sem dor de cabeça.
Estamos em Belo Horizonte, no bairro Buritis. Venha nos fazer uma visita e saber mais sobre a declaração anual de imposto de renda.

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