A declaração de imposto de renda costuma dar um pouco de dor de cabeça, mas nem todas as pessoas precisam cumprir essa obrigação. Está em dúvida se este é o seu caso?

Pouco tempo agora? Clique nos links abaixo e já vá direto ao assunto!

– Sou obrigado a declarar Imposto de Renda?
– Quais mudanças no IR em 2018?
– E se eu errar a Declaração de IRPF?
– Quais documentos mais solicitados na declaração?
– É melhor fazer a declaração completa ou simplificada?
– Quais despesas eu posso deduzir no IR 2018?
– Devo declarar Atividade Rural?
– Devo declarar Bitcoins?
– Como saber se terei restituição do imposto?

É natural não ter certeza sobre a declaração de imposto de renda. Afinal, normalmente não estamos tão habituados a acompanhar as regras e as burocracias que a envolvem.

E vamos combinar, se você não trabalha dia a dia com isso, não só é uma perda de tempo, como também é um pouco chato ficar lendo cada detalhe que a Receita Federal resolve mudar.

Mas, para sua alegria, nós vivemos isso aqui na MCA Contabilidade todos os dias! E gostamos muito do assunto!

Por isso, iremos te ajudar a esclarecer algumas dúvidas sobre a declaração de  Imposto de Renda 2018, começando pela dúvida mais comum:

Sou obrigado a declarar imposto de renda?

Nem todas as pessoas terão que declarar imposto de renda obrigatoriamente. Mas, se você está em dúvida se deve ou não fazer a declaração, procure ajuda de pessoas mais experientes.

Basicamente, você deverá declarar imposto de renda se:

– Recebeu rendimentos tributáveis em 2017, em valores superiores a R$ 28.559,70.

– Se exerce atividade rural e teve receita bruta acima R$ 142.798,50.

– Obteve ganho de capital na alienação de bens ou direitos, realizou operação na bolsa, recebeu renda isenta, não tributável ou tributada na fonte, cuja soma tenha sido maior que R$ 40 mil em 2017.

– Obteve propriedade ou posse de bens ou direitos, inclusive terra nua, acima de R$ 300 mil.

– Quem se tornou residente no Brasil em qualquer mês e permaneceu até 31 de dezembro de 2017.

Estou isento. Não preciso declarar?

Se você está isento da declaração, ainda assim recomendamos que você entregue seu IRPF.

Ainda que você não tenha recebido o valor acima, e esteja isento da obrigação, pode ser que valha a pena entregá-la.

O motivo? É possível que você tenha valores a receber de restituição e, mesmo que o valor seja baixo, vale a pena resgatá-lo.


Quais mudanças no IR 2018?

Sim! Todo ano ocorre uma mudança ou outra. Este ano não poderia ser diferente e você precisa estar atento!

Vale a pena saber quais são elas, inclusive para se organizar com relação à documentação e informações que deverão ser apresentadas.

Confira abaixo o que muda em 2018.

Guarda Compartilhada:
Os pais que possuem guarda compartilhada terão que decidir quem poderá incluir o filho como dependente.

O filho não poderá aparecer como dependente nas duas declarações.

Despesas Médicas:
Comprovantes sem endereço do médico, hospital ou clínica ou laboratório poderão ser aceitos, desde que seja possível acessar as informações diretamente da base de dados da receita federal.

Remessas ao Exterior:
Para casos de envio de dinheiro para outros países com fins educacionais, culturais, científicos ou tratamento médico, não haverá retensão de imposto.

Informações Complementares:
Em 2018 houve a inclusão de campos para informações complementares sobre bens, entretanto, estes só serão obrigatórios a partir do próximo ano.

Neste caso, para cada tipo de bem, será incluído um campo.
Exemplos:
– Imóveis. Será solicitada a data de aquisição, área do imóvel, registro em cartório, entre outros.

– Veículos. Será solicitado o Registro Nacional de Veículos – RENAVAM.

CNPJ:
Quem possui conta corrente e aplicações financeiras deverá informar CNPJ da instituição.

DARF:
Passa a ser possível a impressão da DARF para pagamento de imposto, inclusive em atraso.

Outra novidade deste ano é a informação sobre a alíquota efetiva utilizada no cálculo de apuração do imposto. Será informada a alíquota efetiva sobre os rendimentos menos as deduções.

E se eu errar a declaração de IR?

Errar é humano, não é? Costuma ser nossa frase preferida em momentos de aperto.

Porém, isso não funciona muito bem com a Receita Federal. Para evitar problemas é preciso entregar uma declaração “redondinha”.

Então, não pode errar de jeito nenhum? Bem… poder, até pode.
Mas, o melhor é evitar e, se acontecer, corrigir rapidamente!

Os problemas ocasionados pelo erro ou pela não entrega da declaração vão desde multa ao impedimento de realizar transações bancárias.

Multa. O valor mínimo é de R$ 165,74 e o máximo é de 20% do imposto devido e a multa por atraso é de 1% ao mês.

Além disso, quem não declara IRPF fica com o CPF pendente de regularização e é impedido de pedir financiamento bancário, participar de concurso público, emitir passaporte, entre outros.

Já casos de erros, mentiras ou omissões na declaração de imposto de renda podem custar caro.

Esses “pequenos deslizes” podem ser cometidos ao se desejar uma restituição maior ou o pagamento menor de impostos.

Mas, acredite, não vale a pena.

Você pode cair na malha fina e ter todo o seu histórico revisado, além da possibilidade de até responder criminalmente.

Vamos combinar que não é um bom negócio!

Logo que a declaração é transmitida, o Fisco já começa a processar os dados, cruza informações e checa as fontes para confirmar a veracidade do que foi enviado.

Não confirmando, a Receita notifica o contribuinte para que este faça a correção. Ou seja, ainda dá uma colher de chá!

Desta forma, é possível realizar a correção por meio da declaração retificadora.

Porém, o grande entrave para fazer isso corretamente pode ser a falta de conhecimento sobre o funcionamento da Receita Federal e sobre como fazer a declaração.

Mesmo que tenha agido de boa fé e tenha intenção em corrigir, o desconhecimento pode induzir ao erro e consequentemente à punição.

Por isso, se você tem dúvidas, contar com um especialista para ajudá-lo é fundamental nesse momento.

Documentos Necessários para Realizar a Declaração

Você já está com tudo separado? Ainda não?
O tempo passa rápido, não espere muito!
É tanta coisa no nosso dia a dia que fica fácil perder prazos por conta de esquecimento e falta de tempo.
Se programar e organizar tudo é fundamental.

Há perdas que não nos prejudicam em nada.
Mas, no caso de imposto de Renda, perder o prazo pode doer no bolso.

Conheça alguns dos documentos que podem se exigidos para entrega correta da declaração de imposto de renda 2018:

– Título de Eleitor (caso seja a 1ª declaração);
– Cópia da declaração de 2017;
– CPF de dependentes acima de 08 anos;
– Documento de compra e venda de veículos;
– CPF de ex-cônjuge caso pague pensão alimentícia;
– Informe de rendimentos do empregador;
– Informe de rendimentos de bancos;
– Informe de rendimentos de corretoras;
– Comprovante de rendimentos de aluguel;
– Comprovantes de despesas médicas e odontológicas;
– Comprovantes de despesas com educação;
– Carnês ou comprovantes online de contribuição INSS de empregados domésticos;
– Comprovantes de resultados de processos judiciais (ganho ou perda);
– Comprovantes de doações incentivadas;
– Comprovantes de compra ou venda de imóveis;
– comprovantes oficiais de pagamento a candidato político, etc.

Como você pode observar são inúmeros documentos.
Porém, isso varia de acordo com o perfil de cada contribuinte na Receita Federal.

Pode ser que você não precise apresentar todos esses, ou ao contrário, precise apresentar outro documento não descrito na lista acima. Por isso, é importante conhecer bem as exigência da Receita para evitar erros.

Qual tipo de declaração devo fazer: Completa ou Simplificada?

Talvez você já saiba disso. A Receita Federal aceita dois modelos de declaração: Simplificado e Completo.

O que pode ainda ser uma dúvida para você é qual modelo é o ideal, qual você deveria adotar, qual seria o correto no seu caso.

Geralmente essa escolha se dá pelo número de despesas que você vai abater no imposto de renda 2018.

Caso possua dependentes, tenha plano de saúde, plano de previdência privada, pague escola particular, tenha imóveis e outros bens, as chances de optar pelo modelo completo são bem maiores.

Porém, se não for esse o seu caso, é provável que basta que você entregue a declaração simplificada.

Em ambos os casos, é importante que o contribuinte tenha todos os recibos e comprovantes de despesas para o caso da Receita questionar algum valor informado.

Veja as diferenças de cada modelo

Modelo Simplificado:

Este modelo é a opção mais adequada para quem tem pocuas despesas para deduzir.

O abatimento padrão é de 20% sobre a soma de todos os rendimentos tributáveis.

Modelo Completo

Já o modelo completo é recomendado para quem tem muitas despesas para deduzir.

Aqui, será necessário informar todas as despesas e redimentos de 2017, além de guardar todos os comprovantes.

Seja qual for o modelo escolhido, é importante informar todas as fontes de renda, bens, aplicações financeiras, rendas com aluguéis, entre outros.

Quais despesas eu posso deduzir do meu IR 2018?

Está aí um assunto que interessa a muita gente!
O motivo é que as deduções tem impacto significativo no montante que será pago de imposto ou na restituição do IR.

Porém, há outro fator que pesa também. Não fazer o preenchimento correto das despesas dedutíveis pode ser um fator que poder levar à malha fina.

Por isso, todo cuidado é pouco. É recomendável nunca mentir, alterar ou manipular dados, pois há o risco de punição pela Receita Federal.

Veja abaixo algumas das despezas passíveis de dedução no IR 2018

– Saúde
– Educação
– Dependentes
– Pensão Alimentícia
– Previdência
– Previdência Privada
– Aparelhos ortopédicos


Devo declarar Atividade Rural?

O contribuinte que em 2017 obteve receita bruta anual superior a R$ 142.798,50 decorrente de atividade rural está obrigado a realizar a declaração de Imposto de Renda 2018.

O resultado da atividade rural quando considerada positiva, faz parte e integra a base de cálculo de imposto de renda e deve constar da escrituração do Livro Caixa.

Além desses dos valores decorrentes desta atividade, o contribuinte também dever declarar, caso tenha, rendimentos relacionados a outras atividades tais como: aluguéis, aposentadoria, ganhos de capital, entre outros.

Os rendimentos podem ser tributados com base nas receitas e despesas da atividade ou pelo limite de 20% sobre a receita bruta total.

Devo declarar Bitcoins?

As criptomoedas não são novidade para a Receita Federal, porém, somente agora estão ganhando mais adeptos.
E, mesmo que ainda não estejam devidamente regulamentadas, caso você esteja obrigado a fazer a declaração, elas devem ser informadas na IR 2018.

Logo, este é mais um caso positivo!
Se você possui investimentos em bitcoins deverá declará-los à Receita Federal.

Caso seja considerado um bem de pequeno valor – até R$ 35 mil reais – não será necessário pagar imposto de ganho capital. Entretanto, se o valor for superior, o imposto deverá ser pago, conforme tabela específica.

Para declarar criptomoedas o contribuinte deverá usar o quadro “Bens e Direitos”, código 99 e informar data da compra, quantidade, cotação unitária em moeda nacional, entre outros dados.

Até quem não é obrigado da declarar IR pode ter imposto a ser restituído?

Tem direito a receber restituição quem pagou Imposto de Renda a mais durante o ano. Ele pode ser desconto direto na folha de pagamento, por exemplo.

Portanto, a resposta é SIM!

Você pode ter imposto a ser restituído e, por isso, vale a pena realizar a declaração de IRPF2018 ainda que não seja obrigatório para você.

Outro exemplo de quem recebe restituição é o de quem tem muitas deduções, como dependentes, gastos com médico, dentistas, mensalidade escolar, entre outros.

Enquanto você receber o valor é corrigido pela taxa Selic.

Mas seja rápido! A Receita Federal programa sete lotes de restituição, de junho a dezembro.

A prioridade de recebimento é para os idosos e pessoas com deficiência graves.

Porém, quanto mais cedo você entregar a declaração que deve ser feita entre os dias 01/03 a 30/04/18 aumenta suas chances de receber logo nos primeiros lotes.

A consulta de liberação da restituição pode ser feita no site da Receita Federal ou através do telefone 146.

A Receita Federal pode fazer o depósito direto na conta corrente do contribuinte. Basta informar no momento em que a declaração estiver sendo preenchida.

Importante!
Se ocorrer algum erro na declaração e você cair na malha fina, só poderá receber a restituição após regularizar todas as pendências com a Receita Federal.
E o prazo para que isso aconteça é de até 05 anos.
Melhor não arriscar errar, não é mesmo?

Tem outra dúvida sobre declaração de imposto de renda?
Gostaria de esclarecê-la?

Entre em contato conosco e saiba mais sobre sua declaração de imposto de renda.

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Imposto de Renda é com a MCA Contabilidade BH!

 

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